Dedicaremos os seguintes Tops para Aberturas/Openings de animes. Nas próximas postagens, cada membro da equipe colocará um TOP 10 Aberturas. Todavia, existirão algumas regras para essa elaboração:
a) não será permitido colocar duas aberturas de um mesmo anime.
b) É necessário pôr dez aberturas, sem mais e sem menos.

Enfim, montem os seus.

Revisão de um dos melhores animes e mangás do ano de 2014, o surpreendente e tocante Akame Ga Kill.

Começando com aquelas informações básicas que necessitam ser estabelecidas mediante o mangá/anime antes de abordar a história e tudo mais, enfim:

Gênero: Ação/Aventura
Autor: Takahiro
Editora: Square Enix
Data de publicação do mangá: 20 de Março de 2010.
Estúdio do anime: White Fox
Primeira exibição do anime: 6 de Julho de 2014.

O que falar dessa obra que eu assisti sem pretensão e me cativou de uma maneira deveras forte? O que comentar dessa incrível animação do estúdio White Fox (mesma de Steins;Gate e Jormungand)? O que dizer sobre essa história tão sólida e esses personagens tão memoráveis? Sem mais delongas, aqui lhes apresento a minha revisão sobre essa obra que me prendeu, um tipo de obra que não via há muito tempo, uma obra que aconselho todo mundo a ver, a ler, pois não existirá arrependimentos para aquele que assiste ou lê Akame Ga Kill. 

Começando pela história, uma história que pelas primeiras impressões não desperta muito interesse se você for pegar apenas pela sinopse, confesso que quando li do que se tratava Akame Ga Kill eu não fiquei instigado, apenas dei uma chance e me surpreendi. Tudo começa com Tatsumi (personagem principal) que, junto com seus dois melhores amigos de infância, sai para a Capital em busca de faturar algum dinheiro para a sua ajudar sua aldeia que não apresenta boas condições. Para a má sorte dele e de seus amigos, eles se perdem na capital e isso faz com que Tatsumi passe por maus bocados, no entanto ele é acolhido por uma nobre família da capital a qual lhe ofereceu estádia por ver a situação desfavorável que um caipira como ele se encontrava naquela enorme capitão. Não obstante, Tatsumi descobre depois de um tempo que aquela tão carismática família era na verdade um bando de sádicos, nem a filha da família escapava desse sadismo e, para piorar para o protagonista, essa família eliminou seus dois companheiros da aldeia. O inexperiente Tatsumi se enxerga em uma situação dramática e sem escapatória, mas é aí que entra a famosa Night Raid no cenário, um grupo de assassinos na qual tem o objetivo de eliminar toda a sujeira da capital. Enfim, ele é salvo por aquele grupo de matadores e é convidado a se juntar a eles, daí o furioso protagonista aceita após despertar sua ira pela capital e seus males. 

Agora que a história já foi relatada, está na hora de abordar os pontos da obra nos quais eu acho os mais importantes a serem ditos para os leitores.

1) As armas utilizadas pela maioria dos personagens são chamadas de Teigu ( armas imperiais ), ou seja, são armas com efeitos especiais e só podem ser usadas por aqueles que demonstram compatibilidade para manejá-las, não é simplesmente pegar elas e usar, senão houver compatibilidade entre arma e usuário a habilidade do armamento não funcionará, é mais ou menos parecido com as Zanpakutous de Bleach. 

2) Night Raid, sem a Night Raid Akame Ga Kill não seria o que é. Esse grupo é composto por dez pessoas: Tatsumi, Akame, Najenda, Bulat, Chelsea, Susanoo, Luboock, Leone, Mine e Sheele. Não há nenhum personagem dentre esses que não seja bem trabalhado e ruim, todos são extremamente memoráveis e bons, inacreditável isso. Dando destaque para a Akame, a qual chegou no ranking de melhor personagem feminina em 2014 em diversas enquetes. 

3) Além de ter a capital como inimiga, a Night Raid tem o seu grupo opositor, os Jaegers. Um grupo de oito pessoas, que entre eles há a irmã de Akame e a overpower Esdeath, a vilã mais poderosa da série. Assim como a Night Raid, esse grupo inimigo é tão fantástico como a Night Raid, mesclado de bons personagens.

4) As lutas de Akame Ga Kill são frenéticas, sem pausas, bem construídas e instigantes. Pode confiar, pois eles não pecam nesse setor de lutas, as lutas chegam em um patamar das de Hunter x Hunter 2011. Confesso que fazia muito tempo desde que não me impressionava com as lutas, certamente, deixam as lutas de obras como Fairy Tail, Bleach, Naruto Shippuden e Reborn no chão.

5) O anime tem o total de 24 episódios e o mangá ainda está sendo publicado, mas o anime tomou uma vertente diferente do mangá, ou seja, eles são diferentes. Apesar do anime não tomar o rumo do mangá ele não fica para trás, eu acabei o anime e leio o mangá, com isso posso falar que ambos são fantásticos, não deixe de ler o mangá ou de assistir o anime.

Para finalizar, Akame Ga Kill foi um dos melhores animes de 2014. Com seus belos desenhos, suas incríveis lutas, personagens memoráveis e desenvolvidos, com um episódio final de arrepiar. Sem dúvidas, é um anime que sempre lembrarei e recomendarei, gostaria que tivesse mais do que 24 episódios, mas tem o mangá que ainda está sendo publicado para minha alegria e a de muita gente. Uma obra que está no meu top 10, sem dúvidas, além de ter personagens que estão no meu top 10, Akame Ga Kill é uma obra necessária, uma obra que precisa ser vista. 

às 10:05 Postado por Unknown 0 Comments

Essa seção se dedicará às recomendações de mangás, em sua maioria, pouco conhecidos e não concluídos, com a menor presença possível de spoilers e com perspectivas, expectativas para o futuro e desenvolvimento da obra.

Muito bem, a primeira recomendação que trago é o mangá Prophecy (Yokokuhan)


Criado pelo ainda não muito conhecido Tetsuya Tsutsui em 2011, a obra ganhou atenção no país, ao ser serializada pela JBC em Maio de 2014.

O Mangá conta com 22 capítulos divididos em 3 volumes.

Atualmente, me encontro com o capítulo 9 finalizado.

Até este ponto, tenho como ressaltar as seguintes observações:

Yokokuhan (prefiro chama-lo pelo seu nome original), nos apresenta uma intriga: Alguns crimes altamente improváveis e excêntricos por si só começam a ser cometidos. Surge a figura de um sujeito com uma máscara feita de jornal, alegando em vídeos rapidamente excluídos a responsabilidade pelos atos. Isso introduz à Divisão de Cybercrimes da Polícia de Toquio, liderados por Erika Yoshino, a missão de trazer o anônimo responsável à justiça.
É notório que Yokokuhan pretende inicialmente ser mais um thriller de disputas psicologicas e investigações no mundo dos hackers e cybercrimes. (Algo que realiza muito bem devido a seu ritmo frenético) Porém, o mangá vai um pouco além disso, demonstrando em seus mais recentes capítulos, o foco em natureza humana, vingança, sofrimento e duras realidades.




                                                                               
                                                                                                           Capa do Primeiro Volume

Síntese de alguns pontos:

Pros:

- Ritmo rápido
- Situação encaixada no cotidiano, isto é, o leitor identifica o cenário como altamente possível em seu mundo real, com referência inclusive a marcas e redes sociais presentes em nosso cotidiano.
- Pano de fundo reflexivo até certo ponto

Contras:

- Um pouco de confusão na inserção do leitor a história
- Personagens inicialmente pouco desenvolvidos e trabalhados

A Arte seria um meio termo, particularmente gostei, por se adequar ao próprio contexto que exige algo mais real.







Tal como o Homem do Jornal, farei a Profecia e direi o que vai acontecer agora.

- Vocês irão buscar o mangá, disponível pela JBC em diversas bancas e vão ler! Pois, apesar de ainda razoável, vale a pena conferir.